Tuesday, June 13, 2006

Trivial (VL)

Contrariando o mundo,
E tudo o que nele é normal
Tentando dar sentido,
A uma vida, como tantas Trivial.

Não me contento com o facto de ter uma vida normal

Achando uma Luz,
Que me leve a mundos sem igual
Mas porque faço eu isto?
O que tenho eu afinal?

Trivial
Não me contento com o facto de ter uma vida normal

Trivial
Não me suporto assim
Preciso ter algo fundamental
Algo que me eleve,
Em estado de sublevação pessoal.

Trivial
Não suporto o meu mundo assim
É um peso sem igual
É muito grande p´ra meus ombros
Ainda vou acabar mal.

Sentado numa mesa semelhante a tantas outras
Escrevo com um lápis de madeira e grafite
Podia estar calado e ter uma vida como as outras
Mas Trivial? A ambição não permite.

So com a música me sinto
Alguém sublevado
Não tenho o mundo a meus ombros
Tenho-o a meus pés prostrado

Trivial. Sei que é um mundo errado
Mas que hei-de eu fazer
Se não me acho noutro lado?

Trivial
Não me suporto assim
Preciso ter algo fundamental
Algo que me eleve,
Em estado de sublevação pessoal.

Trivial
Não suporto o meu mundo assim
É um peso sem igual
É muito grande p´ra meus ombros
Ainda vou acabar mal.

Acordo uma manhã
Do pesadelo em que vivia
Sei que são sonhos
Criados por esta melancolia

E a ambição da música?
Hei-de vivê-la um dia.

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