Pois canto da vida a desilusão (Parte II)
É a viagem da minha vida
Aquela a que me proponho
Tentar sarar esta ferida
Não será mais do que um sonho.
Sigo um caminho atribulado
De terra batida e imunda
Sangue, jorrando por todo o lado
Abrindo mais a ferida profunda.
Não sara, por mais que tente
Subindo acima o caminho
Não há ninguém que assim sente
Será verdade que estou sozinho?
E é para o nada que grito
Para a vazia multidão
E não me canso do que dito
Pois canto da vida a desilusão.
Aquela a que me proponho
Tentar sarar esta ferida
Não será mais do que um sonho.
Sigo um caminho atribulado
De terra batida e imunda
Sangue, jorrando por todo o lado
Abrindo mais a ferida profunda.
Não sara, por mais que tente
Subindo acima o caminho
Não há ninguém que assim sente
Será verdade que estou sozinho?
E é para o nada que grito
Para a vazia multidão
E não me canso do que dito
Pois canto da vida a desilusão.


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